Os dois integram a composição política alinhada ao projeto majoritário que tem Álvaro Dias como candidato ao Governo do Estado. Nesse desenho, Styvenson aparece como o nome mais forte da chapa, enquanto Coronel Hélio tende a ser beneficiado pela concentração de votos no mesmo campo político.
Do outro lado, o bloco mais identificado com a esquerda ou com setores próximos ao governo chega mais fragmentado. Nesse espaço aparecem nomes como Zenaide Maia, Carlos Eduardo Alves, Samanda Alves, Rafael Motta e Jean Paul Prates, todos circulando como opções para a disputa ao Senado.
Essa multiplicidade de candidaturas pode provocar dispersão de votos, abrindo espaço para que a direita, com apenas dois nomes mais consolidados — Styvenson Valentim e Coronel Hélio —, ganhe força na reta da campanha. Nos bastidores, essa é uma das leituras que começam a se firmar: a de que a desunião no outro campo pode favorecer diretamente a chapa ligada a Álvaro Dias.

