A investigação considera a prisão em flagrante de 12 candidatos durante a aplicação da prova objetiva. Os investigados são acusados de carregar equipamentos eletrônicos para transmitir dados de forma clandestina. Outro fator analisado é o compartilhamento de imagens em aplicativos de mensagem instantânea durante o horário de aplicação dos exames. As imagens sugerem que o caderno de prova foi fotografado no local.
Documentos policiais já formalizados indicam que a banca organizadora não usou detectores de metais em todos os locais de prova. Diante disso, a apuração visa mapear a extensão das irregularidades e verificar se os mecanismos de segurança adotados foram eficazes para identificar e excluir pessoas envolvidas nas fraudes.
Para dar andamento ao caso, o MPRN requisitou informações à Secretaria Estadual da Administração e ao Instituto Avalia. As entidades têm o prazo de 15 dias para enviar detalhes sobre os locais de prova, procedimentos de prevenção adotados, uso de detectores de metais e eventual contato prévio com órgãos de inteligência e investigação. Além disso, o MPRN vai monitorar o andamento das investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa do Patrimônio Público e do Combate à Corrupção.










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