A eleição está marcada para 1º de fevereiro de 2027. O PL terá a maior bancada do Senado na próxima legislatura, com 29 das 81 cadeiras, e já conta com o apoio dos três senadores eleitos pelo Novo. Marinho também afirma ter respaldo de parlamentares do PP e do Republicanos. Para conquistar a presidência, será necessário alcançar pelo menos 41 votos.
O principal adversário é o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que pretende disputar a reeleição. Outra pré-candidata é Tereza Cristina (PP-MS), integrante do mesmo campo político de Marinho. Apesar da concorrência, o senador potiguar afirma que existe um entendimento para unificar as candidaturas de oposição em janeiro, quando o nome considerado menos competitivo deverá desistir.
“A Tereza tem toda a legitimidade de ser candidata. Ela certamente vai tentar viabilizar sua candidatura”, declarou Marinho, que afirmou ter conversado com a senadora antes do lançamento. “No momento oportuno, pelo nosso acerto, nós vamos convergir”, acrescentou.
A movimentação ocorre após integrantes do PP manifestarem desconforto com pressões de apoiadores bolsonaristas para que Tereza abandone a disputa. Banners e publicações nas redes sociais cobraram que a senadora “pare de atrapalhar a oposição”. Durante a reunião do PL, no entanto, parlamentares procuraram demonstrar unidade. “A Tereza é nossa aliada”, afirmou Carlos Portinho (PL-RJ).






























