Além das buscas, a Justiça Federal determinou a quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do bloqueio de até R$ 670,3 milhões em bens e valores. Segundo informações da investigação, o caso teve início a partir de relatórios do Banco Central, que apontaram indícios de possíveis irregularidades na condução da instituição financeira.
A PF apura suspeitas de que administradores teriam utilizado mecanismos contábeis para apresentar uma situação financeira mais favorável do que a real, incluindo possíveis alterações em informações e geração artificial de receitas. Os investigados podem responder por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, como gestão fraudulenta, prestação de informações falsas em demonstrativos contábeis e operações de crédito vedadas pela legislação.
