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20 de outubro de 2026

Polymarket dá 76,8% de chance de vitória a Flávio contra Lula


A probabilidade de vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno das eleições presidenciais contra Lula (PT) chegou a 76,8% no Polymarket. O petista aparece com 23,5% de probabilidade de vitória. Antes da votação do primeiro turno, em 4 de outubro, as apostas em Flávio chegaram a cair para 57%. Naquele momento, os usuários também negociavam posições relacionadas aos outros candidatos, ainda que com valores mínimos. O senador do PL terminou o primeiro turno com 56,1 milhões de votos.

Jair e Lula

Na véspera do segundo turno de 2022, Lula tinha 72,4% de probabilidade de vitória sobre Jair Bolsonaro (PL) no Polymarket. Na ocasião, o então presidente aparecia com 28,4% de probabilidade, enquanto o petista tinha 72,4%. Em 2022, a média das pesquisas divulgadas nos seis dias anteriores à votação dava 52,2% a Lula. No mercado de apostas, a probabilidade atribuída à vitória do petista era de 68%. Ele acabou vencendo o segundo turno por 50,9% a 49,1%.

Rejeição

Apesar da redução da diferença para Flávio, a rejeição de Lula ainda é maior do que a do filho de Jair Bolsonaro, aponta pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 19. O petista não seria votado “de jeito nenhum” por 47,8% dos entrevistados, enquanto o candidato do PL não receberia o voto de 46,8% dos respondentes. Lula é o “único em quem votaria” para 42,5% e poderia receber o voto de 7,6%. Pelo menos 41,4% dizem que Flávio é o único candidato em quem votariam, enquanto 8,7% afirmam que poderiam votar nele, não não têm certeza disso.

Novo pede cassação da chapa de Lula por abuso de poder político em ano eleitoral


O partido Novo acionou o TSE para pedir a cassação da chapa do presidente Lula (PT) e do vice Geraldo Alckmin (PSB), além da inelegibilidade de ambos por oito anos. A ação, protocolada na segunda-feira (19), acusa o governo federal de abuso de poder político pela adoção de medidas de benefício econômico e apelo popular em ano eleitoral.

Segundo o partido, foram identificadas 35 medidas entre janeiro e outubro de 2026, sendo 12 durante a campanha eleitoral. Entre as iniciativas questionadas estão o reajuste de 15,04% do Bolsa Família, a ampliação dos subsídios aos combustíveis, o programa Desenrola 3.0 e o fim da chamada taxa das blusinhas.

O Novo estima que as medidas tenham impacto fiscal de aproximadamente R$ 73 bilhões. A legenda também questiona a abertura de R$ 99,7 bilhões em créditos extraordinários por medidas provisórias, mecanismo destinado a despesas urgentes e imprevisíveis. “Benefícios eleitoreiros anunciados nas vésperas do pleito, contas empurradas para o futuro e gastos sem compensação, tudo isso exige responsabilização”, afirmou o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro.

Além da ação no TSE, o partido apresentou representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar os efeitos fiscais das medidas. O Novo pede que Lula e Alckmin sejam notificados para apresentar defesa e, ao final do processo, tenham os registros ou diplomas cassados e sejam declarados inelegíveis por oito anos. As acusações ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral.

PESQUISA GERP: Flávio registra 53% contra 47% de Lula na reta final


Levantamento da Gerp Mercadologia divulgado nesta terça-feira (20) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos contra 47% do presidente Lula (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. A diferença é de seis pontos percentuais, acima do valor crítico de três pontos adotado pelo instituto, que considera a vantagem estatisticamente sustentada.

No cenário estimulado de votos totais, Flávio registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 45%. Outros 2% afirmam que não votariam em nenhum dos candidatos e 3% não souberam responder.

O levantamento mostra ainda que, no voto espontâneo, Flávio tem 49% e Lula, 43%. Outros 7% não souberam responder e 1% apresentou outras respostas. Em relação à primeira medição da série, Flávio avançou três pontos percentuais, passando de 46% para 49%. A pesquisa ouviu 2.400 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro, utilizando média móvel de três dias. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

REAL TIME BIG DATA: Lula tem rejeição de 35% e Flávio Bolsonaro, de 33%


Levantamento Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (20) aponta que o presidente Lula (PT) é rejeitado por 35% dos eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 33%. Os dois estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa também mostra que 28% dos entrevistados afirmam que não votariam em nenhum dos dois candidatos à Presidência da República. Outros 4% disseram não rejeitar nenhum deles.

Aos participantes, o instituto perguntou em quem não votariam caso o 2º turno das eleições presidenciais fosse realizado naquele momento. A votação está marcada para domingo (25). O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02952/2026.

Governo Lula admite falta de recursos para manter políticas atuais a partir de 2028


O governo Lula (PT) reconheceu, em documento enviado ao Congresso Nacional, que poderá faltar dinheiro para manter as políticas públicas atuais a partir de 2028. As projeções apontam uma insuficiência de R$ 15,8 bilhões em 2028, R$ 14,9 bilhões em 2029 e R$ 23 bilhões em 2030, caso seja mantida a trajetória atual das despesas.

Os cálculos foram apresentados junto à proposta de Orçamento de 2027 e consideram os limites de gastos estabelecidos pelo arcabouço fiscal. A estimativa leva em conta despesas de funcionamento da máquina pública e investimentos, diante do crescimento dos gastos obrigatórios, como aposentadorias e benefícios sociais.

O cenário ainda não inclui novas promessas anunciadas por Lula durante a campanha eleitoral, como reajuste do Bolsa Família, Pix de R$ 5 mil para microempreendedores individuais e gratuidade no transporte público aos fins de semana. Segundo o Estadão, essas medidas exigiriam ajustes de pelo menos R$ 39,8 bilhões no Orçamento de 2027.

No documento, o próprio governo reconhece a necessidade de revisar despesas e reavaliar programas nos próximos anos. O Ministério do Planejamento, porém, afirma que as projeções são exercícios técnicos e não significam descumprimento das regras fiscais ou desequilíbrio nas contas públicas.

A situação ocorre em meio às críticas de Lula à proposta de Flávio Bolsonaro (PL) de reduzir gastos da administração federal. O candidato do PL nega que pretenda cortar benefícios sociais e afirma que pretende economizar com despesas da máquina pública, como supersalários, viagens, ministérios e cargos comissionados.

Redução da maioridade penal tem apoio de 80% dos brasileiros, aponta pesquisa

A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos tem o apoio de 80% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17). O levantamento aponta que a proposta reúne maioria favorável entre eleitores dos dois candidatos à Presidência da República, embora os percentuais variem conforme a preferência política.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 89% apoiam a mudança. Já entre os que declaram voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o índice chega a 70%. 

Dessa forma, a proposta conta com apoio majoritário nos dois grupos, apesar da diferença de 19 pontos percentuais. O Datafolha entrevistou presencialmente 2.520 brasileiros com 16 anos ou mais, nos dias 13 e 14 de outubro. Além disso, a pesquisa apresenta margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A comparação com o levantamento de junho indica estabilidade na opinião pública. Na ocasião, 79% dos entrevistados apoiavam a redução da maioridade penal. Em outubro, o índice passou para 80%, uma oscilação de apenas um ponto percentual, dentro da margem de erro. Por outro lado, a rejeição à proposta registrou uma pequena alta. O percentual de brasileiros contrários à mudança passou de 17% em junho para 18% em outubro. Além disso, 2% dos entrevistados não souberam responder, enquanto 1% declarou indiferença à questão.

Apesar do apoio majoritário, o resultado atual permanece próximo do menor patamar da série histórica do Datafolha, iniciada em 2003. O maior índice favorável à redução ocorreu em abril de 2015, quando 87% dos entrevistados defendiam a medida e 11% eram contrários.

Fim da escala 6x1 pode custar R$ 811 milhões por ano às prefeituras do RN


A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) estima um impacto anual de R$ 811 milhões para os cofres municipais do estado com o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1. Desse total, cerca de 80% a 90% devem corresponder ao aumento dos custos com terceirizações, enquanto o restante está relacionado a contratações diretas. 

De acordo com o presidente da federação, José Augusto, os números são uma estimativa inicial baseada no cenário nacional, mas o impacto real nos municípios do estado ainda está sendo avaliado, sem data prevista para a conclusão.

Esse levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, aprovada pelo Senado, deve gerar um impacto anual de R$ 6,6 bilhões para as cidades de todo o país. Desse total, R$ 5,1 bilhões correspondem a custos com terceirizações e R$ 1,5 bilhão a contratações diretas.

Allyson se reúne com representantes da segurança pública e amplia diálogo com categorias


O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União Brasil), reuniu-se com representantes de entidades ligadas à segurança pública para ouvir as principais demandas das categorias. Participaram do encontro o presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Norte (SINPOL-RN), Nildo Arruda, e o vice-presidente da entidade, Djair.

Também estiveram presentes o presidente do Sindicato dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal do Estado do Rio Grande do Norte (SINDPERITOS-RN), Clélio Soares, que representou ainda o Sindicato dos Servidores da Polícia Científica do Rio Grande do Norte (SINDPCI-RN), e o vice-presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Estado do Rio Grande do Norte (SINDPPEN-RN), Jucar.

Durante a reunião, foram discutidas pautas relacionadas à valorização profissional, às condições de trabalho e ao fortalecimento da estrutura da segurança pública estadual. O encontro reforça a disposição de Allyson para construir propostas por meio do diálogo com os profissionais que conhecem de perto os desafios enfrentados diariamente pelas forças de segurança e pela população do Rio Grande do Norte.

Flávio Bolsonaro tem 53,5% e Lula 46,5% no Global Election Simulator


Flávio Bolsonaro inicia a última semana de campanha em posição fortalecida na atualização do Global Election Simulator, apresentada nesta segunda-feira (19). O senador alcançou 53,5%, diante de 46,5% de Lula, ampliando de 6,6 para sete pontos percentuais sua vantagem na projeção do segundo turno.

Na comparação com o cenário anterior, Flávio avançou 0,2 ponto, enquanto Lula recuou na mesma proporção. O movimento acentua a distância entre os adversários às vésperas da decisão presidencial, marcada para domingo, 25 de outubro.

A Global ganhou repercussão após o primeiro turno, inclusive no jornal Economic Times, que reproduziu o balanço da plataforma indicando diferença inferior a um ponto percentual entre sua previsão e o resultado das urnas. Agora, sua atualização apresenta um cenário ainda mais favorável ao candidato do PL.

A cinco dias do segundo turno, ainda tem prefeito em cima do muro no RN


A cinco dias do segundo turno das eleições, ainda tem muito prefeito em cima do muro no Rio Grande do Norte. Segundo levantamento do Metadata/Grupo Dial, divulgado na sexta-feira (16), 32 municípios potiguares continuam sem seus gestores oficialmente alinhados às candidaturas de Allyson Bezerra ou Cadu Xavier ao Governo do Estado.

Juntas, essas cidades somam 214.299 eleitores, um contingente quase 14 vezes superior à diferença de votos registrada entre os dois candidatos no primeiro turno. O cenário mostra que, mesmo na reta final da campanha, há prefeitos que ainda não anunciaram publicamente de que lado estarão. Alguns podem permanecer neutros até o dia da votação. Uma coisa é certa: enquanto Allyson e Cadu disputam o segundo turno, ainda existem prefeitos potiguares que preferem continuar em cima do muro.

Fonte: Blog do Robson Pires

Disputa pela presidência da Assembleia Legislativa do RN já movimenta vários nomes nos bastidores


É grande a movimentação de nomes interessados na presidência da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte para o biênio 2027–2028. Mesmo antes da definição do segundo turno para o Governo do Estado, as articulações pelo comando do Legislativo já ocupam espaço nas conversas políticas.

Com o apoio de Ezequiel Ferreira (PSDB) à candidatura de Cadu Xavier (PT), a sucessão na Assembleia também entra nas negociações. O grupo ligado a Ezequiel busca preservar sua influência sobre a Mesa Diretora, e o nome da deputada Cristiane Dantas (PSDB) aparece entre os mencionados nos bastidores.

Do outro lado, circulam comentários de que Allyson Bezerra (União Brasil) teria assumido compromisso de apoiar Kleber Rodrigues (PP) para a presidência da Casa. As articulações ainda dependem de confirmação dos compromissos atribuídos aos envolvidos e das negociações entre os deputados estaduais. A escolha da nova Mesa Diretora será uma decisão dos próprios parlamentares.

Prefeito Galo e lideranças de Florânia declaram apoio a Allyson Bezerra no Rio Grande do Norte


Com a autoridade de quem conquistou 77,3% dos votos nas últimas eleições, o prefeito de Florânia, Galo (PSDB), e seu grupo político anunciaram oficialmente apoio à candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Estado. 

O gestor floraniense, que no primeiro turno apoiou o candidato do PL, consolida uma importante aliança no Seridó. A adesão reforça a crescente onda de apoios de lideranças regionais à candidatura de Allyson Bezerra, reafirmando o compromisso para as demandas do Seridó.

REAL TIME BIG DATA: Flávio tem 52% dos votos válidos contra 48% de Lula no 2º turno


O levantamento Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (20) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto contra 48% do presidente Lula (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. Os percentuais consideram apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos. Os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos percentuais.

No cenário estimulado de votos totais, Flávio registra 48%, enquanto Lula aparece com 45%. Os votos brancos e nulos somam 5%, e outros 2% não souberam ou não responderam. Já no cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio tem 47% e Lula, 44%. Nesse levantamento, 5% declararam voto branco ou nulo e 4% não souberam responder.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02952/2026.

REAL TIME BIG DATA: Allyson tem 45% e Cadu de Lula 42% no 2º turno no RN


Levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (20) aponta Allyson Bezerra (União Brasil) com 45% das intenções de voto contra 42% de Cadu de Lula (PT) na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Os candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No cenário estimulado de votos totais, 9% dos entrevistados declararam voto branco ou nulo, enquanto 4% não souberam ou não responderam. Quando considerados apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Allyson aparece com 52% e Cadu de Lula registra 48%. A diferença é de quatro pontos percentuais, no limite da margem de erro.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 15 e 19 de outubro. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-02651/2026.

PESQUISA ALFA: Flávio tem 51,5% dos votos válidos contra 48,5% de Lula no 2º turno


Levantamento da Alfa Inteligência divulgado nesta terça-feira (20) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,5% das intenções de voto contra 48,5% do presidente Lula (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. Os candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 1,9 ponto percentual.

Os números consideram apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, conforme o critério utilizado pela Justiça Eleitoral. Flávio aparece numericamente à frente, com uma diferença de três pontos percentuais sobre Lula.

A pesquisa entrevistou presencialmente 2.700 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026. O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto, tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00820/2026.

Felca decepciona internautas que esperavam denúncias políticas em novo vídeo


O influenciador Felca voltou ao YouTube nesta terça-feira (20), após meses de afastamento, mas frustrou parte dos internautas que esperavam denúncias envolvendo políticos às vésperas do 2º turno das eleições presidenciais. Em vez disso, publicou um vídeo de mais de uma hora sobre sua luta contra a fobia social e o bullying sofrido na adolescência.

A expectativa surgiu após Felca anunciar seu retorno com uma mensagem enigmática nas redes sociais, alimentando especulações sobre possíveis revelações envolvendo Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O conteúdo, porém, não abordou a disputa eleitoral.

Nas redes sociais, parte dos usuários criticou a expectativa criada. “Esperava: Felca expondo os Bolsonaros. Recebemos: fobia social”, escreveu um internauta. O humorista Antonio Tabet também ironizou: “Agora, também estou com fobia social do Felca”.

No vídeo, Felca relatou ter sofrido agressões e humilhações durante oito anos na escola, além de recorrer ao álcool para enfrentar situações sociais. Ele anunciou um desafio de 90 dias para superar dificuldades de socialização e retomar suas atividades. Apesar das críticas, outros internautas defenderam o influenciador e destacaram a importância do relato sobre saúde mental. Felca não havia prometido denúncias políticas.

Realtime aponta Flávio com 3 pontos de vantagem sobre Lula


Pesquisa Realtime Big Data, divulgada nesta terça-feira, 20, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com três pontos de vantagem sobre Lula (PT) no segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo, 25. 

O filho de Jair Bolsonaro tem 48% das intenções de voto, contra 45% do petista. Brancos e nulos são 5%; indecisos, 2%. Considerando apenas os votos válidos, Flávio tem 52% e Lula, 48%.

Rejeição - A rejeição de Lula no levantamento é de 35%, ante 33% de Flávio Bolsonaro. Ambos são rejeitados por 28% dos entrevistados. Outros 4% não rejeitam nenhum.

‘Bloquinho do 22’ de Nikolas promove em Manaus ato gigante de apoio a Flávio Bolsonaro


Na noite desta segunda-feira (19), o Complexo Turístico da Ponta Negra, na zona Oeste de Manaus, concentrou milhares de apoiadores em um ato em favor do candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro. O “Bloquinho do 22” (ou Bloquinho 22), integrou a série nacional de mobilizações inspiradas em blocos de carnaval e reforçou também a candidatura da Professora Maria do Carmo (PL) ao governo do Amazonas, pela coligação Mudar é Urgente (PL e Novo).

A concentração começou por volta das 18h na Praça dos Cocos, com saída às 19h em direção ao Tropical Hotel Amazônia, acompanhada por trio elétrico. Participaram lideranças nacionais como os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), o senador eleito Marcel van Hattem (Novo), além de figuras locais e de outras regiões do campo conservador. Apoiadores, a maioria vestida de verde e amarelo e com bandeiras do Brasil, ocuparam o local e provocaram congestionamento no trânsito nas proximidades, segundo relatos de veículos da região Norte.

Organizadores projetavam dezenas de milhares de participantes que se concentraram na recepção calorosa à chegada do candidato. O ato marca a reta final da campanha para o segundo turno das eleições de 2026, marcado para o dia 25 de outubro. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro obteve cerca de 54% dos votos em Manaus, uma das cidades do Amazonas com maior apoio ao presidenciável.

Durante o discurso, Flávio prometeu, se eleito, ajudar o Amazonas no combate às queimadas florestais. Incêndios registrados desde o fim de agosto na Região Metropolitana e em municípios do interior cobriram a capital de fumaça por mais de dez dias, afetando a rotina da população, suspendendo aulas e atividades ao ar livre. “A partir de janeiro do ano que vem, vocês terão um presidente que vai ajudar o estado do Amazonas a combater as queimadas”, afirmou o candidato, sem detalhar medidas específicas. Ele também criticou a atuação do atual governo e reiterou promessas de atenção à infraestrutura estadual, incluindo a pavimentação da BR-319, e de fortalecimento da Zona Franca de Manaus como geradora de emprego e oportunidades.

O evento foi o único compromisso de Flávio na capital amazonense nesta agenda. Ele chegou a Manaus pela tarde, após passagem por Marabá (PA), e foi recebido por apoiadores e pela candidata Maria do Carmo. A mobilização consolida Manaus como parada estratégica da direita no Norte do país, na semana decisiva da disputa presidencial e da estadual, em que Maria do Carmo enfrenta o senador Omar Aziz (PSD) no segundo turno.

Reportagens de portais locais e regionais, como G1 Amazonas, O Poder, Gazeta da Amazônia, D24AM e Manaustime, destacaram a dimensão da mobilização e o entusiasmo dos presentes, alinhando o ato às estratégias de rua da campanha bolsonarista a poucos dias da votação.

Oposição reúne assinaturas para CPMI sobre Lulinha e Roberta Luchsinger


A oposição já reuniu 83 assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), e a empresária Roberta Luchsinger. A iniciativa é da deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), com apoio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF). O mínimo necessário para a instalação da comissão é de 198 assinaturas, sendo 171 de deputados federais e 27 de senadores.

A mobilização ganhou força após entrevista de Luchsinger à CNN, no sábado (17), quando a empresária afirmou que pretende negociar uma delação premiada e acusou Lula de proteger o próprio filho. A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho por suspeitas de favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Flávio Bolsonaro desmente narrativa petista e reafirma compromisso com o Bolsa Família

Em meio à reta final da campanha presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi às redes sociais para desmentir narrativas do PT e esclarecer a proposta de modernização dos programas sociais do seu eventual governo. O candidato reiterou que o Bolsa Família não terá cortes e que a transição de dois anos no programa se aplicará exclusivamente aos beneficiários que conquistarem um emprego formal ou abrirem o próprio negócio, garantindo segurança financeira durante a inserção no mercado de trabalho.

A manifestação do senador ocorre em resposta às interpretações da oposição sobre declarações da coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, em entrevista à CBN Bahia na última segunda-feira (19). A ala governista aproveitou o episódio para tentar associar a proposta de ajuste fiscal do candidato do PL, que prevê a redução de R$ 200 bilhões em gastos públicos com foco na eficiência do Estado a eventuais prejuízos aos assistidos pelo programa.

Integrantes do entorno de Flávio ressaltam que o objetivo central das medidas econômicas é enxugar o inchaço da máquina estatal e combater desperdícios, preservando e fortalecendo os investimentos essenciais em assistência social. Segundo aliados, o plano do candidato busca aliar responsabilidade fiscal à valorização da autonomia dos cidadãos, incentivando a geração de empregos como a principal porta de saída da dependência estatal.

Reta final de campanha e preparação para debate

Nesta semana decisiva, Flávio Bolsonaro cumpre uma rotina intensa de compromissos para consolidar o apoio dos eleitores. Na quarta-feira (21), o candidato cumpre agenda em São Paulo e no Ceará, estado onde aliados trabalham para ampliar a votação no Nordeste.

Na sequência, o senador concentrará a agenda no Rio de Janeiro para se preparar para o último debate presidencial, transmitido pela TV Globo na próxima sexta-feira (23). O encerramento da campanha está previsto para o sábado (24), véspera da votação do segundo turno, com eventos estratégicos em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Até o fim da disputa, a expectativa da campanha é intensificar o discurso de proteção às famílias de baixa renda, demonstrando que o equilíbrio das contas públicas é o caminho sustentável para manter o amparo social e impulsionar o crescimento do país.

Lula volta a defender saidinhas de presos durante sabatina no SBT


Durante sabatina realizada no SBT nesta segunda-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, voltou a defender a manutenção das saídas temporárias de detentos, conhecidas popularmente como “saidinhas”. Questionado sobre o tema em meio ao debate de segurança pública e ao clamor popular por rigores maiores contra a criminalidade, Lula argumentou que o benefício está atrelado ao direito fundamental de convivência familiar.

Segundo o presidente, a medida deve ser analisada sob a ótica dos direitos humanos e da ressocialização. Ele pontuou que, caso um cidadão seja detido por um delito de menor gravidade e mantenha vínculos familiares com pais, mães, cônjuges ou filhos, é compreensível que possa ter o induto para visitar os parentes, dependendo do comportamento apresentado na prisão.

“A ‘saidinha’ é uma questão de direito das pessoas com viver em família”, declarou Lula durante a entrevista. O candidato à reeleição acrescentou que o sistema prisional precisa ter como objetivo central a tentativa de recuperar os indivíduos.

Questionado sobre casos em que beneficiados pelo induto voltam a cometer crimes, Lula ponderou que eventuais reincidências de uma minoria não devem justificar a punição generalizada de centenas de milhares de detentos. “Você não pode, por causa de dois ou três, punir centenas ou milhares de pessoas. Nós acreditamos na possibilidade de recuperar”, concluiu Lula.

19 de outubro de 2026

ATLASINTEL, NEXUS E PODERDATA: Desaprovação de Lula supera aprovação nos três levantamentos

Três levantamentos nacionais divulgados nesta segunda-feira (19) mostram que a desaprovação do presidente Lula (PT) supera numericamente a aprovação. Os resultados são dos institutos AtlasIntel, Nexus e PoderData, que avaliaram o desempenho do presidente. 

No AtlasIntel/Bloomberg, 52,3% dos entrevistados desaprovam Lula, enquanto 46,2% aprovam. Outros 1,5% não souberam responder. No BTG/Nexus, a desaprovação chega a 48,8%, contra 47,2% de aprovação. Outros 4,1% não souberam ou não responderam. Já no PoderData, 50% desaprovam o desempenho pessoal do presidente, enquanto 44% aprovam. Outros 6% não souberam responder. Os institutos utilizaram metodologias diferentes, e os resultados não devem ser tratados como uma única pesquisa.

André Janones é internado na UTI com arritmia cardíaca após debate da Band


O deputado federal André Janones foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um episódio de arritmia cardíaca depois do debate presidencial da Band, realizado neste domingo (18).

Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (19), o parlamentar está clinicamente estável e permanece sob monitoramento cardíaco contínuo.

Janones está sendo acompanhado pela equipe médica liderada pela cardiologista Ludhmila Hajjar. Novas informações sobre seu estado de saúde serão divulgadas conforme a evolução clínica e mediante autorização.

PESQUISA BTG/NEXUS: a 6 dias do 2º turno, Flávio tem 50,3% e Lula, 49,7%


A 18ª rodada da pesquisa BTG/Nexus foi divulgada nesta segunda-feira (19/10) e mostra empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com uma vantagem percentual para o candidato de oposição, que tem 50,3% em votos válidos no segundo turno das eleições presidenciais, contra 49,7% do petista.

Os números mostram uma reação de Lula, embora com Flávio ainda na frente. Na 17ª rodada da BTG/Nexus, divulgada em 13 de outubro, o senador sustentava uma vantagem de quatro pontos percentuais em votos válidos, liderando com 52% contra 48% do presidente.

Neste atual levantamento, a distância encurtou para apenas 0,6 ponto percentual, com o parlamentar do PL somando 50,3% e o atual chefe do Executivo atingindo 49,7% das intenções válidas. Assim, embora Flávio permaneça numericamente à frente, a variação aponta para uma polarização ainda mais acirrada às vésperas da votação, consolidando um quadro de igualdade estatística rigorosa na reta final do pleito.

O levantamento aponta que caiu o número de entrevistados que têm certeza de seu voto no segundo turno: na pesquisa anterior, de 13 de outubro, 92,4% diziam que não mudariam o voto; agora, são 90,9%. Outros 8,4% admitem que podem mudar de ideia. Desse grupo que ainda pode mudar de voto, 14,9% têm Lula como opção, enquanto 7,1% afirmam que poderiam votar em Flávio.

No quesito rejeição, Lula melhorou, mas ainda é o mais rejeitado pelo eleitor. Em relação à pesquisa anterior, o petista caiu de 50,6% para 47,8%. Por outro lado, a fatia do eleitorado que não vota de jeito nenhum no senador foi de 47% para 46,8%. A pesquisa ainda indica que melhorou a aprovação do presidente Lula: subiu de 45% para 47,2%. Outros 48,8% não o aprovam. Os que não sabem ou não responderam representam 4,1%.

No detalhamento qualitativo do governo federal, 32,4% dos entrevistados avaliam a administração petista como “ótima ou boa”, ao passo que 42,9% a classificam como “ruim ou péssima”. A parcela de eleitores que considera o desempenho da gestão “regular” soma 23,6%.

Allyson assume compromisso com a causa animal após receber carta do deputado estadual eleito Robson Carvalho


Documento apresentado por Robson prevê hospitais públicos veterinários regionais, castrações gratuitas, Banco de Ração Estadual e delegacia especializada no combate aos maus-tratos. A causa animal poderá ganhar um novo espaço nas políticas públicas do Rio Grande do Norte. 

O deputado estadual eleito Robson Carvalho, reconhecido por sua atuação na defesa e proteção dos animais, apresentou ao candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, uma Carta de Compromisso com propostas para fortalecer a proteção e o bem-estar animal em todo o território potiguar. Allyson acolheu o documento e assumiu o compromisso de incorporar as pautas à sua gestão, caso seja eleito governador.

Rogério Marinho é nome forte do PL para disputar presidência do Senado

Fortalecido no PL pela boa condução da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, o senador Rogério Marinho (PL-RN) chegou a ser cotado para ocupar um relevante ministério em um eventual governo Flávio. 

A coluna apurou que este não deve ser o destino do político potiguar, ao menos não no início da gestão. Flávio escalou Marinho para disputar a Presidência do Senado com uma missão principal: destravar os pedidos de impeachment de ministros do STF.

Caso mude os ventos e Marinho não dispute a cadeira, o PL não tem planos de apoiar Davi Alcolumbre (União-AP), tampouco larga a bandeira. Não se fala no PL em “faca no pescoço” do Supremo ou impeachments de maneira deliberada, mas Alexandre de Moraes não deve escapar.

Vencida esta etapa, aí sim, caso não tente a reeleição, o senador teria cadeira garantida na Esplanada desenhada por Flávio Bolsonaro. Marinho não deve sofrer veto em nenhuma pasta, mas as apostas dentro do PL pendem para a Casa Civil, sempre muito poderosa.

Allyson reúne multidão e lideranças de todo o estado em Natal em grande encontro pela mudança no RN


Uma multidão lotou o Olimpo Recepções, em Natal, neste domingo (18), no grande encontro liderado pelo candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União Brasil). Ao lado do candidato a vice-governador Hermano Morais, Allyson reuniu um forte grupo político, com as presenças da senadora Zenaide Maia, do vice-governador Walter Alves, do presidente estadual do União Brasil e ex-senador José Agripino, além do prefeito de Natal, Paulinho Freire, e de dezenas de gestores municipais de todas as regiões potiguares.

​O evento também contou com expressiva bancada parlamentar. Marcaram presença os deputados federais Benes Leocádio, João Maia, Sargento Gonçalves, Carla Dickson, General Girão e Nina Souza. Representando a Assembleia Legislativa, participaram os deputados estaduais Kleber Rodrigues, Bibiano, Júlio César, Neilton Diógenes, Luiz Eduardo, Robson Carvalho e Camila Araújo, além de vereadores, ex-prefeitos e lideranças comunitárias do estado.

​Em tom de mobilização, Paulinho Freire destacou a força da união: “Com esse time aqui, você não tem um time, você tem uma seleção”, declarou o prefeito de Natal, ao defender a eleição de Allyson para “afastar de vez o atraso e o descaso” no RN e eleger “um jovem que já provou em Mossoró ser um grande gestor”. Paulinho convocou os apoiadores para ir às ruas na reta final. O candidato a vice, Hermano Morais, reforçou o chamado para engajar familiares e amigos até o dia do pleito. “O Rio Grande do Norte tem jeito”, cravou.

​Em discurso, Allyson agradeceu o empenho das lideranças e destacou que a campanha, nascida com forte apelo popular, ganhou robustez e maturidade política. O candidato reafirmou seu compromisso com a municipalidade e o diálogo institucional.”Eleito, vou bater na porta dos três senadores e dos oito deputados federais do estado em busca de recursos. Não tenho diferenças pessoais com ninguém. Posso ter divergências partidárias, mas vou procurar cada um com humildade e sem receio. O povo não vive em mapa ideológico ou partidário; o povo vive nas cidades e quer resultados concretos”, declarou Allyson.

Senadores descartam acordo para saída de Moraes e defendem impeachment, diz Folha


Senadores que tomarão posse em 2027 avaliam que uma eventual saída negociada do ministro Alexandre de Moraes, do STF, não seria suficiente para encerrar a pressão por seu impeachment. Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, parlamentares consideram difícil evitar a abertura de um processo contra o magistrado.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador político da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), procurou magistrados nas últimas semanas para transmitir a mensagem de que não haverá ruptura institucional caso o candidato derrote o presidente Lula (PT) no 2º turno.

Apesar da sinalização, até parlamentares contrários ao afastamento de ministros reconhecem que a pressão sobre o STF deverá continuar. Segundo a Folha, parte dos senadores eleitos construiu sua campanha em torno de críticas ao Supremo, o que dificultaria um acordo para a aposentadoria antecipada de Moraes.

A abertura de um processo de impeachment depende do presidente do Senado. A senadora Tereza Cristina (PP-MS), que pretende disputar o comando da Casa, já sinalizou que não criará obstáculos. Entre os possíveis concorrentes estão Rogério Marinho e o atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

O tema também divide aliados de Flávio Bolsonaro. Enquanto integrantes mais moderados defendem uma acomodação institucional com o STF, outra ala sustenta o impeachment de Moraes e chega a defender sua prisão.

Durante ato realizado em 7 de setembro, em São Paulo, Flávio afirmou que indicaria cinco ministros ao Supremo caso fosse eleito, alegando que Moraes deixaria a Corte. Posteriormente, passou a falar em pelo menos quatro indicações, considerando aposentadorias previstas até 2030 e a vaga aberta desde a saída de Luís Roberto Barroso.

Vestida de azul, multidão toma conta das ruas de Macaíba neste domingo


Uma multidão vestida de azul tomou conta das ruas de Macaíba neste domingo (18), durante um grande arrastão da campanha de Allyson Bezerra ao Governo do Rio Grande do Norte. A mobilização reuniu apoiadores em clima de campanha, com a mensagem de mudança e o número 44 estampados na manifestação.

Nas redes sociais, Allyson agradeceu à população de Macaíba pela participação e destacou a confiança dos apoiadores em seu projeto político. O candidato também mencionou Emídio Júnior, Raquel Rodrigues e Kleber Rodrigues, agradecendo pela participação na mobilização.

Flávio promete castração química e quer reduzir maioridade penal para 14 anos


Flávio Bolsonaro afirmou que pretende mudar a Constituição para permitir que adolescentes a partir dos 14 anos respondam como adultos por crimes hediondos. Durante o debate da Band, neste domingo (18), o candidato também prometeu aprovar a castração química para condenados por estupro. As duas medidas fazem parte de suas propostas para endurecer as punições contra criminosos. “Quem é menor de idade e comete crime de adulto tem que responder como adulto”, afirmou o senador.

Atualmente, a Constituição estabelece a maioridade penal aos 18 anos. Adolescentes que cometem atos infracionais são responsabilizados pelas regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Flávio defende reduzir essa idade para 16 anos em geral e permitir a responsabilização penal a partir dos 14 anos em crimes graves, como estupro e homicídio.

Flávio promete castração química para estupradores

O senador também direcionou sua fala às mulheres e famílias de crianças vítimas de violência sexual. “Eu vou aprovar a castração química para estuprador”, declarou. O procedimento consiste no uso de medicamentos que reduzem a produção ou a ação de hormônios sexuais. Diferentemente da castração cirúrgica, não envolve a retirada de órgãos.

Flávio argumentou que a medida ajudaria a impedir novos abusos contra mulheres e crianças. O candidato também criticou a bancada do PT no Congresso, acusando seus parlamentares de priorizar os direitos dos criminosos. Segundo ele, um eventual governo seu dará maior atenção às vítimas e ao endurecimento das penas.

Redução da maioridade penal divide os candidatos

A discussão já havia provocado divergências no Congresso durante a análise da PEC da Segurança Pública. Flávio e seus aliados defendem a redução da maioridade penal para 16 anos e a responsabilização a partir dos 14 em crimes graves. Lula, por sua vez, declarou apoio à redução para 16 anos apenas nos casos de crimes hediondos.

As mudanças ainda dependem de aprovação legislativa. Para alterar a maioridade penal prevista na Constituição, uma proposta de emenda precisa receber o apoio de pelo menos três quintos dos deputados e senadores, em dois turnos de votação em cada Casa.

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