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01 julho 2020

Concurso com 499 vagas segue aberto no RN; veja como se inscrever

As inscrições para os concursos públicos das prefeituras de Monte Alegre, Brejinho, Lagoa Salgada e Vera Cruz, além da Prefeitura e Câmara Municipal de São José de Mipibu seguem abertas até o dia 6 de agosto. O certame tem o objetivo de preencher 499 vagas em todos os níveis.

As inscrições custam R$ 80 para o nível fundamental, R$ 100 para nível médio e R$ 120 para nível superior. As provas estão agendadas para o dia 30 de agosto, mas dependem da evolução da pandemia.

Confira o edital e faça a inscrição AQUI.

Ministério da Educação divulga diretrizes para volta às aulas presenciais

O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (1º) um protocolo de biossegurança para retorno das aulas nas 69 universidades federais e 41 institutos federais do país. Esse protocolo traz diretrizes de distanciamento social coletivo em ambientes acadêmicos, além de medidas básicas de prevenção ao novo coronavírus. O protocolo orienta, dentre outras coisas, o escalonamento das equipes, o trabalho remoto para funcionários do grupo de risco, o respeito ao distanciamento mínimo de 1,5 metro entre uma pessoa e outra e a aferição de temperatura de todos que entrarem nos prédios e nas salas.

O documento também traz orientações já comuns nos tempos atuais, como o uso constante de máscara e higienização das mãos, além de desinfecção com álcool em gel. “O protocolo não é uma regra engessada, é uma diretriz para as instituições fazerem o retorno às aulas. Tem medidas protetivas individuais e coletivas, [para] salas de aula, laboratórios, transportes coletivos, atividades laborais, entre outros”, disse o secretário de Ensino Superior do MEC, Wagner Vilas Boas, em entrevista coletiva realizada hoje (1º).

Segundo ele, as orientações são para minimizar os riscos de contaminação e garantir segurança necessária a estudantes, docentes e funcionários. O protocolo completo pode ser acessado na página especial dedicada ao coronavírus no portal do MEC. O documento foi elaborado por uma equipe do ministério composta por médicos, biólogos e sanitaristas, seguindo orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar de ser direcionado às instituições federais, o protocolo pode servir de guia também para instituições de ensino municipais e estaduais.

O ministério já se posicionou favorável ao retorno das aulas, desde que consideradas as recomendações do protocolo. “O desafio é o retorno às aulas e o ministério defende esse retorno. Os institutos e as universidades vão ter que conciliar ensino presencial e a distância”, disse o secretário executivo da pasta, Antônio Paulo Vogel.

O MEC, entretanto, não definiu uma data para o retorno das aulas presenciais. Segundo o secretário-executivo, essa decisão será de estados e municípios, de acordo com a realidade epidemiológica local. “Cada rede de ensino definirá suas datas, não tem como o Ministério da educação definir uma data de retorno”, disse Vogel.

Câmara aprova em 1º turno PEC do adiamento das eleições municipais

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) em primeiro turno o texto-base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 18/2020, que prevê o adiamento das eleições municipais em decorrência da pandemia do novo coronavírus. A proposta recebeu 402 votos favoráveis, 90 contrários e quatro abstenções.

Pela matéria, as datas do primeiro e segundo turno do pleito municipal são alteradas para 15 e 29 de novembro, respectivamente. Os parlamentares votam, neste momento, destaques da matéria. Depois, a matéria precisa ser votada em segundo turno. Caso também seja aprovada em segunda votação, o texto seguirá para sanção presidencial.

Maioria dos diretores afirma que professores não estão preparados para volta às aulas

A maioria dos diretores de escolas brasileiras avalia que os professores não estão preparados para a volta às aulas presenciais, que foram interrompidas pela pandemia do novo coronavírus. Para 57,6% dos diretores de escolas públicas e particulares, as equipes não estão prontas para retomar as atividades presenciais por causa da infraestrutura das unidades, da defasagem de aprendizado pelo ensino remoto, da adaptação às novas regras de isolamento e dos impactos emocionais da quarentena.

Os dados são de pesquisa feita pela Nova Escola com 9.500 professores —367 deles gestores escolares — da educação básica (da educação infantil ao ensino médio) de todos os estados brasileiros. Ainda com avanço de casos de coronavírus no país, os estados estudam a retomada das aulas presenciais. Nenhum deles estabeleceu um prazo fixo, mas professores e pais dizem não sentir segurança para a volta. Pesquisa do instituto Datafolha mostrou que 76% da população acha que as escolas devem continuar fechadas nos próximos dois meses.

Plano Safra terá mais recursos e menos juros

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou a entrada em vigor do novo Plano Safra. O dinheiro do financiamento pode ser acessado a partir de hoje (1º de julho) até 30 de junho de 2021. O volume de recursos disponíveis é de R$ 236,3 bilhões – R$ 13,5 bilhões (6%) acima do financiamento entre 2019 e 2020.

Do volume total de recursos, o governo prevê que o Plano Safra financiará até R$ 179,38 bilhões para custeio na lavoura, comercialização e industrialização e R$ 56,92 bilhões para investimentos – por exemplo, para a renovação de frota de uso na colheita e aumento de capacidade de armazenagem. De acordo com o ministério, o volume do financiamento “contribuirá para garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país durante e após a pandemia do novo coronavírus.”

Banco do Brasil
O Banco do Brasil, principal agente financeiro do Plano Safra, vai destinar R$ 103 bilhões para a agricultura – 11% além do ofertado no período 2019-2020. Segundo o BB, todas as linhas de financiamento, de custeio ou de investimentos, tiveram redução das taxas de juros. O custo do crédito para produtores rurais inscritos no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) vai variar de 2,75% a 4% ao ano para custeio e comercialização. No Plano Safra do período anterior, a variação era de 3% a 4,6% ao ano.

Houve redução dos juros também para produtores rurais assistidos pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), de 6% para 5% ao ano. Para grandes produtores, a redução da taxa de juros no Banco do Brasil foi maior, em dois pontos percentuais: de 8% ao ano será de 6% ao ano. Para as operações de custeio, o BB vai ofertar R$ 61 bilhões e para investimentos, R$ 17,5 bilhões.

Peso na economia
O financiamento da safra nacional é estratégico para a economia. De acordo com os dados do Ministériod a Agricultura, no ano passado, o agronegócio gerou R$ 1,55 trilhão ou 21,4% do Produto Interno Bruto. Este ano, apesar da pandemia da covid-19, o PIB do setor deve crescer 2,5% em relação a 2019. A avaliação do ministério é feita a partir da expectativa de bom desempenho e comercialização de lavouras como soja, milho, cana-de-açúcar e café.

De janeiro a maio, as exportações do agronegócio, principalmente de soja (grãos, farelo e óleo) e as carnes (bovina, suína e de aves), geraram US$ 41,9 bilhões – quase a metade do que o Brasil comercializou no período. Em apresentação para o financiamento do Plano Safra, o Banco do Brasil destacou o ganho de produtividade do agronegócio em 30 anos. Do início da década de 1990 até a safra 2019-2020, a produção financiada pelo plano cresceu 333% e a área plantada aumentou em 73%.

Indústria do Brasil volta a crescer em junho com aumento de demanda e produção

A indústria brasileira voltou a crescer em junho pela primeira vez desde fevereiro, com aumento na produção, nas novas encomendas e na confiança, em sinais de retomada após impactos da pandemia do novo coronavírus no país, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). O levantamento publicado pelo IHS Markit nesta quarta-feira mostrou que o PMI de indústria saltou a 51,6 em junho, de 38,3 em maio, com as empresas se recuperando de efeitos das medidas de isolamento.

Entretanto, os ganhos foram moderados por evidências de excesso de capacidade no setor, com empresas ainda buscando reduzir gastos, o que as levou a cortar as compras e diminuir o número de funcionários. O IHS Markit informou que os entrevistados citaram a reabertura das empresas e o aumento da demanda como motivos para o retorno à expansão tanto da produção quanto das novas encomendas.

Contudo, os ganhos foram puxados pelo mercado doméstico, uma vez que as vendas de exportação continuaram a cair e os volumes totais de novos negócios permaneceram extremamente baixos em relação aos níveis pré-pandemia, segundo os consultados. De fato, as empresas continuaram a operar em níveis bem abaixo da capacidade em junho e também seguiram cortando empregos e reduzindo a atividade de compras. A ideia era diminuir os custos nas plantas, buscando elevar a produtividade ou utilizar estoques quando possível.

“Temos que colocar esses números no contexto do colapso da produção em abril e maio. O crescimento modesto compensa apenas uma pequena parte das perdas recentes, e as empresas —diante de grande excesso de capacidade— continuam a cortar vagas e compras a um ritmo rápido”, destacou o diretor de economia do IHS Markit, Paul Smith.

As pressões de custos se intensificaram em junho diante de uma taxa de câmbio desfavorável, o que aumentou os preços de insumos denominados em dólar no ritmo mais acelerado em 21 meses. Em resposta, os preços cobrados foram elevados à mais alta taxa já registrada pela pesquisa desde setembro de 2018.

Ainda que o cenário permaneça desafiador, os entrevistados se mostraram animados com o retorno ao crescimento tanto na produção quanto nas encomendas, e a confiança sobre o futuro atingiu o nível mais alto desde fevereiro, com projeções positivas para demanda e vendas nos próximos 12 meses.

Com superávit de US$ 7,4 bilhões, balança comercial brasileira registra recorde em junho

Resultado de US$ 17,912 bilhões em exportações e US$ 10,449 bilhões em importações, o saldo da balança comercial brasileira em junho foi superavitário em US$ 7,463 bilhões. O valor é o melhor para meses de junho em toda a série histórica, iniciada em 1989. Os números foram divulgados pelo Ministério da Economia nesta quarta-feira (1º). No mesmo mês de 2019, o saldo da balança foi superavitário em US$ 5,377 bilhões. Assim, o valor no mês passado foi 38,8% melhor que o registrado em junho de 2019.

O resultado do mês foi puxado, principalmente, pela queda de 27,4% na média diária das importações. Nas exportações, a retração foi de 12%, em relação ao mesmo mês do ano passado. O secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, observou que apesar da queda em valores, o volume de exportações, por exemplo, cresceu 14% em junho. “O resultado reflete a queda dos preços internacionais, principalmente nas exportações ão só de commodities mas de produtos de valor agregado, nos quais se concentra a importação brasileira”, disse.

Entre as vendas de produtos brasileiros ao exterior, destacam-se aqueles do setor agropecuário, que subiu 29,7% em relação a junho de 2019. “O setor agropecuário é o grande responsável pela resiliência das exportações”, destacou o secretário. Já a indústria extrativa e a indústria de transformação registraram recuo de 26,1% e 21%, respectivamente, em suas exportações. Nas importações o recuo foi generalizado, sendo puxado por produtos da indústria de transformação, que despencaram 28,1%.

Primeiro semestre
Por outro lado, no acumulado de janeiro a junho, a balança comercial recuou 10,3%, ante mesmo período de 2019. O montante totalizou US$ 23.035 bilhões nos primeiros seis meses do ano. Enquanto as exportações caíram 6,4% somando US$ 102,430 bilhões, as importações apresentaram queda de 5,2%, totalizando US$ 79,395 bilhões, no período.

Previsão para o ano
A equipe econômica atualizou suas projeções para o saldo anual da balança comercial. A estimativa passou de superávit de US$ 45,5 bilhões para US$ 55,4 bilhões. “Nossa expectativa é de uma reversão contínua dessa tendência de queda por conta da resiliência mostrada pelas nossas exportações, especialmente com as commodities”, comentou Ferraz.

A previsão leva em conta montantes de US$ 202,5 bilhões em exportações e US$ 147,1 bilhões em importações, este ano. Vale destacar que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem apostado na balança comercial para amenizar a forte queda que o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) deve apresentar este ano. Segundo ele, o cálculo de contração de 6% do Produto Interno (PIB) considerava que 2% viriam por impactos do comércio exterior, “coisa que não tem acontecido”.

Barragem Armando Ribeiro Gonçalves permanece com mais de 65% da sua capacidade

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidades superiores a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta quarta-feira (1º), informa que a barragem Armando Ribeiro Gonçalves acumula 1.558.367.436 m³, percentualmente, 65,67% da sua capacidade total que é de 2,37 bilhões de metros cúbicos. No início de julho de 2019, o manancial estava com 795.272.000 m³, correspondentes a 33,14% do seu volume máximo.

As reservas hídricas superficiais totais do estado somam 2.470.934.501 m³, que correspondem a 56,45% da capacidade total de acúmulo de água nos reservatórios monitorados pelo Igarn. No dia 1º de julho de 2019, o total de água represado era de 1.391.168.696 m³, percentualmente, 31,78%.

30 junho 2020

Governadora Fátima autoriza reabertura gradual das atividades comerciais no RN a partir de quarta-feira

A reabertura da economia no Rio Grande do Norte começará quarta-feira (1º). A decisão foi tomada pela governadora Fátima Bezerra (PT) e foi comunicada às entidades representativas dos setores produtivos na tarde desta segunda-feira. Após essa primeira reunião, ela comunicará a decisão aos representantes dos Poderes.

Antes de tomar a decisão, Fátima Bezerra ouviu o Comitê Científico da Sesap. Independente desse início da flexibilização, o Governo do Estado manterá as medidas de controle para manter o combate à covid-19 no Rio Grande do Norte. A liberação será condicionada a uma série de exigências para evitar que essa nova etapa gere elevação da contaminação.

A reabertura deverá acontecer segundo o protocolo de segurança estabelecido pelo Governo do RN com base em estudo feito pelo setor produtivo, dividido em quatro fases. Em portaria publicada semana passada, o Executivo estabeleceu que a primeira fase será dividida em “frações”.

Primeiro reabrirão os pequenos comércios – mais necessitados – e aqueles que têm baixo poder de aglomeração. Após cinco dias, outros tipos de estabelecimento poderão abrir. E com 15 dias encerra-se a primeira onda de reabertura. O Rio Grande do Norte começou a registrar alguns índices que indicam menor pressão sobre o sistema de saúde.

“Com toda a seriedade e responsabilidade que o momento exige, pautados na ciência, e totalmente embasados pelo nosso Comitê Científico local, já é possível avançar com a implantação INICIAL do cronograma de reabertura GRADUAL do comércio e de outras atividades econômicas. Isso não será feito de forma desregrada, não será liberado para toda a população, nem estará dispensada a fiscalização e demais ações do #PactoPelaVida”, disse Fátima.

OMS diz que ‘dar dexametasona a pacientes graves da covid-19 salva vidas’

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira, 29, que o corticoide dexametasona ‘salva vidas’ de pacientes graves da covid-19. Um dia antes de se completarem seis meses desde o primeiro caso relatado do novo coronavírus, a entidade estabeleceu cinco novas diretrizes para os países enfrentarem a pandemia. Em uma delas, intitulada “salvar vidas”, Tedros citou o medicamento.

“Identificação precoce dos infectados e cuidados clínicos precoces salvam vidas. Dar oxigênio e dexametasona a pessoas com casos graves da covid-19 salva vidas. Dar atenção aos grupos de risco, inclusive aos idosos e pessoas de cuidados prolongados, também salva vidas”, afirmou o diretor. O líder da organização comentou sobre o ressurgimento de casos em países que reabriram a economia e ressaltou que muitas pessoas ainda estão suscetíveis à covid-19. De acordo com o diretor, a pandemia ainda se estenderá por um longo período.

“Muitos países implementaram medidas nunca antes vistas para suprimir a transmissão e salvar vidas. Essas medidas tiveram sucesso, mas não interromperam completamente a doença. O vírus ainda tem muito espaço para se disseminar. Todos queremos o final disso. Todos queremos que a vida continue. Mas a dura realidade é: não estamos nem próximos do final. Embora vários países tenham progredido, globalmente a pandemia está acelerando”, alertou.

Além do tópico sobre preservação de vidas, a OMS estipulou outras quatro orientações: empoderamento das comunidades, supressão da transmissão, aceleração das pesquisas e liderança política. “Independentemente do estágio em que o país se encontra, essas cinco prioridades, se executadas consistentemente e coerentemente, podem fazer toda a diferença. A questão crítica que todos enfrentarão nos próximos meses é como conviver com esse vírus. Este é o novo normal”, disse Tedros.]

O diretor do programa de emergências da entidade, Michael Ryan, classificou como desafiadora a situação da covid-19 no Brasil, onde se concentram cerca de 25% dos casos e das mortes pela doença na América — o País tem 57.754 vítimas e 1.352.708 infectados, segundo levantamento mais recente realizado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde. O continente, de acordo com Ryan, responde por cerca de metade dos números do coronavírus em todo o mundo.

“Na América, em geral, a situação é difícil. O Brasil representa uma grande proporção dos casos, e está enfrentando um grande desafio. São mais de 30 mil casos por dia. Uma abordagem ampla é necessária porque o nível de infecção é elevado, temos várias situações de risco. Temos áreas densamente povoadas em ambientes urbanos com condições precárias, além de pessoas morando em áreas rurais de difícil acesso. Não devemos subestimar a complexidade e o tamanho de um país grande como o Brasil”, afirmou o diretor.

Novo vírus da gripe com “potencial pandêmico” e que tem porcos como hospedeiros é encontrado na China

Uma nova cepa do vírus da gripe com potencial de causar uma pandemia foi identificada na China, segundo um novo estudo. Essa linhagem surgiu recentemente e tem os porcos como hospedeiros, mas pode infectar seres humanos, dizem os autores da pesquisa. Os cientistas estão preocupados com o fato de que ela poderia sofrer uma mutação ainda maior e se espalhar facilmente de pessoa para pessoa e desencadear assim um surto global.

Eles dizem que a cepa tem “todas as características” de ser altamente adaptável para infectar seres humanos e precisa ser monitorada de perto. Como se trata de uma nova linhagem do vírus influenza, que causa a gripe, as pessoas podem ter pouca ou nenhuma imunidade a ela.

Ameaça pandêmica
Uma nova cepa do influenza está entre as principais ameaças que os especialistas estão monitorando, mesmo enquanto o mundo ainda tenta acabar com a atual pandemia do novo coronavírus.

A última gripe pandêmica que o mundo enfrentou, o surto de gripe suína de 2009 que começou no México, foi menos mortal do que se temia inicialmente, principalmente porque muitas pessoas mais velhas tinham alguma imunidade a ela, provavelmente por causa de sua semelhança com outros vírus da gripe que circulavam anos antes.

O vírus da gripe suína, chamado A/H1N1pdm09, agora é combatido pela vacina contra a gripe que é aplicada anualmente para garantir que as pessoas estejam protegidas. A nova cepa de gripe identificada na China é semelhante à da gripe suína de 2009, mas com algumas mudanças. Até o momento, não representou uma grande ameaça, mas o professor Kin-Chow Chang e colegas que o estudam dizem que devemos ficar de olho nele.

Qual é o perigo?
O vírus, que os pesquisadores chamam de G4 EA H1N1, pode crescer e se multiplicar nas células que revestem as vias aéreas humanas. Eles descobriram evidências de infecção recente em pessoas que trabalhavam em matadouros e na indústria suína na China. As vacinas contra a gripe atuais não parecem proteger contra isso, embora possam ser adaptadas para isso, se necessário.

Kin-Chow Chang, que trabalha na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, disse à BBC: “No momento estamos distraídos com o coronavírus e com razão. Mas não devemos perder de vista novos vírus potencialmente perigosos”. Embora esse novo vírus não seja um problema imediato, ele diz: “Não devemos ignorá-lo”.

Os cientistas escrevem na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências britânica, que medidas para controlar o vírus em porcos e monitorar de perto as populações trabalhadoras devem ser rapidamente implementadas.

O professor James Wood, chefe do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge, disse que o trabalho “vem como um lembrete salutar” de que estamos constantemente sob o risco do surgimento de patógenos e que animais de criação, com os quais os seres humanos têm maior contato do que com a vida selvagem, podem ser uma fonte de vírus pandêmicos.

Bolsonaro deve anunciar mais duas parcelas de R$ 600 no auxílio emergencial

O presidente Jair Bolsonaro fará nesta quarta-feira o anúncio oficial da prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 pago aos trabalhadores informais, autônomos, desempregados, além dos beneficiários do Bolsa Família. Segundo integrantes do governo, a tendência é que Bolsonaro anuncie mais duas parcelas mensais de R$ 600, totalizando R$ 1.200 porque este é o valor definido na lei que criou o auxílio.

O próprio presidente chegou a sugerir mais três parcelas nos valores de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, de forma a reduzir gradualmente a ajuda do governo federal para os mais necessitados durante a crise na economia causada pela pandemia do novo coronavírus. Na prática, o valor somado dessas três parcelas daria a mesma quantia de R$ 1.200.

O martelo vai ser batido em reunião com o presidente e as áreas envolvidas na manhã desta quarta-feira. Para interlocutores, a escolha pelas duas parcelas, além de cumprir o que está na lei, contaria com apoio do Congresso Nacional, que sempre defendeu mais duas parcelas de R$ 600.

A lei que criou o auxílio foi de iniciativa do Congresso e prevê três parcelas mensais de R$ 600. Inicialmente, a equipe econômica propôs um voucher de R$ 200. Os senadores elevaram o valor para R$ 300 e os deputados por sua vez para R$ 500. Na última hora, Bolsonaro subiu o valor para R$ 600. O impacto nas contas públicas até agora está estimado em cerca de R$ 150 bilhões. Com a prorrogação, o gasto subirá mais R$ 100 bilhões.

Renato Aragão deixa a Globo após 44 anos: “Nova etapa, não paro nunca”

A Rede Globo resolveu não renovar o contrato com Renato Aragão, que se encerra nesta terça-feira (30). O humorista, de 85 anos, esteve ligado à emissora por 44 anos. Em conversa com o ‘UOL’, o criador de Didi Mocó reiterou a posição de seguir em frente. “Para mim, ampliou meus projetos. Você não sabe como eu estou gostando. É uma nova etapa. Não paro nunca, sempre trabalhando. Eu me considero meio máquina, meio humano”, disse.

Sobre os seus três maiores projetos, Renato elencou: “Primeiro, Os Trapalhões. São 20 anos de sucesso contínuo. Criei o Criança Esperança, que também foi uma maravilha. Depois a Turma do Didi. Fiz muita coisa, tive muita alegria na TV Globo, não tenho nada de ruim para falar. Estou muito feliz com ela”.

Sobre o fim do contrato, Renato revela que continuará trabalhando em projetos pontuais com a emissora. “Nós chegamos a um acordo. Contrato é uma coisa simbólica. Continuo trabalhando na Rede Globo por projetos pontuais e faço projetos em outras plataformas. É a oportunidade de fazer também em outro lugar”, disse.

De acordo com o UOL, esses novos projetos estão sendo discutidos com a Netflix e Amazon. “Não posso falar porque são coisas em negociação,” finalizou.

Fátima anuncia que aulas presenciais podem ser retomadas em 14 de agosto no RN

Em entrevista ao Bom Dia RN, na InterTV Cabugi nesta terça-feira(30), a governadora anunciou que as aulas presenciais no Rio Grande do Norte podem ser retomadas em 14 de agosto. A governadora afirmou que a retomada das aulas presenciais “passa por uma série de medidas porque tem que se dar de maneira muito segura” e que a data ainda é um indicativo, mas não está definida”.

As aulas estão suspensas desde 18 de março por causa da pandemia do coronavírus. “Temos uma grande preocupação do ponto de vista da aprendizagem. A maior parte dos alunos da rede pública não têm internet, e o Enem tá aí, vai ter Enem. Estamos muito preocupados com isso e a discussão que está sendo feita é para que a gente possa retomar as aulas a partir de 14 de agosto”, afirmou Fátima.

26 junho 2020

RN soma quase 900 óbitos por Covid-19 e 23.730 infectados pela doença

O Rio Grande do Norte contabiliza 31 novos óbitos por Covid-19 desde a atualização desta quinta (25) e soma agora 889 mortos, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), atualizados nesta sexta-feira (26). Do total de novos óbitos contabilizados, 11 aconteceram nas últimas 24 horas. 

O estado tem também 23.730 casos confirmados da doença e 31.745 casos suspeitos. As taxas de isolamento social e transmissibilidade da infecção estão em 39,2% e 0,76%, respectivamente. Já o índice geral de ocupação dos leitos públicos está em 95,5%.

A Sesap informou que 734 pessoas estão internadas no RN em função da doença. A fila por regulação também é alta: são 80 pacientes à espera de leitos críticos, mais 35 aguardando leitos clínicos e outros 16 à espera de transporte sanitário.

Saúde e Segurança
A Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) divulgou, durante coletiva de imprensa desta sexta (26), os dados sobre a incidência em profissionais da Saúde e Segurança Pública do RN. Dentre os trabalhadores da Saúde, o Rio Grande do Norte contabiliza 2.207 infectados, o que equivale a 10% do número geral de pessoas acometidas pela doença. Foram registrados até o momento, 18 óbitos, sendo 8 em Mossoró e 10 na Grande Natal. Dos profissionais mortos, 3 não estavam mais em exercício.

Já o número de trabalhadores da Segurança Pública - que envolve porteiros, policiais e bombeiros - está em 453. Óbitos são 2 (1 em Mossoró e outro na Grande Natal). Há 578 casos suspeitos entre esses profissionais. Segundo a Sesap, a maioria das notificações na Segurança envolve profissionais do sexo masculino, com faixa etária entre 30 e 49 anos.

Ainda segundo a Sesap, 48% dos potiguares infectados pelo novo coronavírus têm entre 30 e 49 anos, ou seja, pessoas com idade para exercer funções laborais. Com isso, a Secretaria Estadual de Saúde afirma que o local de trabalho pode ser a maior via de contaminação no RN.

RN registra 2.207 profissionais de Saúde confirmados com covid-19

O Centro de Referência Estadual em Saúde do Trabalhador (CEREST) das Sesap acompanha a ocorrência de Covid 19 junto às categorias de trabalhadores da Saúde e da Segurança Pública. Os dados apurados, segundo a coordenadora do CEREST, Kelly Lima, atestam que hoje 10% das pessoas infectadas pelo novo coronavírus são profissionais da Saúde das redes pública estadual e municipal e privada.

Os profissionais de Saúde são a categoria mais testada no RN. No início da pandemia, 25% dos casos atingiam estes profissionais. “Hoje temos menos de 10% casos. A redução se deu devido ao intenso trabalho que realizamos nas unidades de saúde com orientações sobre bio segurança e uso adequado de EPIs”, afirmou Kelly Lima.

O RN tem 2.207 profissionais de Saúde confirmados com covid. Na categoria foram contabilizados 18 óbitos, dos quais 3 foram de aposentados que contraíram o vírus fora do ambiente de trabalho. Oito óbitos aconteceram em Mossoró e outros dez se somam na região metropolitana de Natal. Entre os profissionais da Segurança Pública, 453 contraíram a covid e há 578 casos suspeitos. A maioria são homens com idade entre 30 e 49 anos. Foram registrados dois óbitos, um em Mossoró e um na região metropolitana de Natal.

Os dados mostram que 48% casos confirmados para covid no RN são de pessoas com idade entre 30 e 49. “Entendemos que são pessoas que estão em idade ativa e trabalhando. O local de trabalho pode, sim, ser local de transmissão. Daí a importância do distanciamento e das barreiras para o exercício do trabalho de forma segura”, registrou Kelly Lima. Ela ainda destacou a importância da adesão das pessoas, das empresas e instituições ao Pacto pela Saúde que também visa fomentar junto aos municípios estratégias para a segurança no trabalho.

Bolsonaro afirma que vai pagar auxílio emergencial por mais 3 meses

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que o benefício do auxílio emergencial deve ser estendido por mais três meses e que os valores ainda não foram definidos. O anúncio foi feito durante a live nas redes sociais. “Os números não estão definidos ainda, mas a gente vai prorrogar por mais três meses”, afirmou Bolsonaro em sua live semanal nas redes sociais, ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Segundo ele, ainda não foram definidos os valores exatos, mas prevê que serão R$ 1.200 divididos em três parcelas decrescentes, de R$ 500, R$400 e R$300. Já o ministro Paulo Guedes confirmou que a terceira parcela do auxílio emergencial deve começar a ser pago já neste sábado (27). O presidente também afirmou ainda que espera que a economia volte a funcionar no país e apelou para que governadores e prefeitos abram suas cidades e retomem a normalidade para acelerar este processo.

Corte de energia elétrica está proibido até 31 de julho

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prorrogou até 31 de julho a resolução 878 que proíbe o corte de fornecimento de energia elétrica de quem não conseguiu pagar a conta de luz durante o período da pandemia do novo coronavírus. O objetivo é garantir a segurança na distribuição de energia por conta da pandemia. A resolução, aprovada em 24 de março, venceria em 23 de junho.

A medida vale para residências urbanas e rurais, incluindo baixa renda, e também locais onde funcionam serviços e atividades consideradas essenciais, como unidades hospitalares e centros de hemodiálise.

Até dia 31 de julho, segundo a Aneel, também está suspenso o atendimento presencial ao público. Nesse período, a Agência vai priorizar o atendimento telefônico das solicitações de urgência e emergência e intensificar o uso dos meios automáticos de atendimento. A medida é para preservar a saúde dos trabalhadores e da população.

A Aneel também suspendeu até o final de julho os prazos para solicitação de ressarcimentos por danos em equipamentos; e a entrega da fatura mensal impressa aos consumidores. As faturas ou código de barras serão enviadas por meio de canais eletrônicos.

Concluídos leitos para Covid-19 no hospital regional Mariano Coelho

O Hospital Regional Mariano Coelho – HRMC concluiu a obra dos 12 leitos, sendo 5 semi UTIs e 7 clínicos, que serão destinados para o atendimento específico de pacientes diagnosticados com casos de Covid-19. Mesmo com a expansão dos leitos no Hospital Regional do Seridó em Caicó, hospital que é referência na região no atendimento a pacientes com o novo coronavírus, os novos leitos do HRMC, que ficam em área isolada do hospital, estão prontos e serão acionados pelo Estado caso necessário. Esses novos leitos do HRMC serão destinados à pacientes leves/moderados de COVID-19, conforme Plano de Contingência do Seridó.

Esses novos leitos ficaram prontos graças as valorosas contribuições da Prefeitura de Currais Novos, CDL/comércio local, da Sidys TV a Cabo, do músico Giullian Monte e da população em geral, que contribuíram na reforma total dos leitos e na aquisição de equipamentos, como também na aquisição de lençóis e EPIs.

“Neste momento de enfrentamento da doença, todo leito aberto é a garantia de que mais vidas serão salvas. A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde, atendeu à solicitação do Hospital, somando esforços nesta batalha diária que estamos travando contra a pandemia. Voltamos a pedir para a população que fique em casa. Teremos ainda, infelizmente, dias difíceis pela frente e o isolamento social se faz ainda mais importante”, explicou o prefeito Odon Júnior.

Rodrigo Maia afirma que Fundeb permanente deve ser votado nas próximas semanas

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a proposta que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb; PEC 15/15) e aumenta a participação do governo federal no financiamento da educação básica deve ser votado nas próximas duas semanas.

Ele informou também que um novo parecer sobre a proposta deve ser apresentado até a próxima quinta-feira. A única diferença em relação ao relatório apresentado em fevereiro, segundo o presidente, é o ritmo de crescimento do valor da participação do governo no financiamento. O texto apresentado pela deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) sugere a participação começando em 15% e aumentando um ponto percentual por ano, até atingir o índice de 20% em um prazo de seis anos.

Maia explicou que, devido à crise do coronavírus, esse incremento deve ser feito de forma mais lenta. “Vamos trabalhar para aprovar nas próximas duas semanas, mas o crescimento do valor vai ser mais devagar. A aceleração do incremento da União vai ser menor do que gostaríamos”, disse.

Maia destacou ainda que há outros projetos da área da educação que também são prioridades nas próximas semanas. Um deles é o que garante recursos para que estados e municípios gastem com educação. O presidente da Câmara explicou que ainda não há um texto fechado sobre o tema e defendeu que a proposta seja negociada com o governo federal para resolver os problemas enfrentados pelos entes federados na área da educação, em razão da queda de arrecadação

Outro projeto da área de educação que pode ser analisado em breve pelos deputados é o que estabelece uma estratégia nacional para retorno às aulas durante a pandemia de Covid-19 (PL 2949/20). Pelo texto, União, estados e municípios devem organizar colaborativamente o retorno às atividades escolares, interrompidas com o Decreto Legislativo 6/20 que reconheceu a calamidade pública por causa da pandemia.

Rodrigo Maia também afirmou que projetos que inserem na lei a possibilidade do ensino a distância na educação básica e a responsabilidade de o Estado prover os meios de acesso a essa modalidade podem ser analisados pelos parlamentares.

Deputados esquerdistas aproveitam pandemia para tentar facilitar o aborto; a relatora dos projetos é a potiguar Natália Bonavides

Deputados federais esquerdistas estão se aproveitando da pandemia de coronavírus para tentar avançar com a pauta abortista no Brasil. São pelo menos sete projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que, sob o pretexto de prevenir e combater a violência contra as mulheres, podem facilitar o acesso ao assassinato de bebês – patrocinado com dinheiro público. 

As matérias mais recentes são o PL 1.444 e  o PL 1.552, ambos de abril deste ano. A deputada petista Natália Bonavides, relatora, propôs unir as matérias com teor similar em um substitutivo que acrescenta um parágrafo que garante às vítimas de violência “serviços de saúde sexual e reprodutiva”, que costuma ser um eufemismo para “aborto legal”. O trecho da matéria diz que será prioridade “o pleno funcionamento dos serviços essenciais de saúde para mulheres e meninas, incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva”. Leia aqui o relatório e o substitutivo proposto.

Os projetos estão na pauta da Câmara e devem ser discutidos e votados nos próximos dias. Movimentos antiaborto estão trabalhando para pressionar deputados a posicionarem-se contra qualquer trecho que abra brecha para a prática hedionda do aborto. O padre Paulo Ricardo é um dos que está participando dessa luta (veja vídeo).

TENTATIVA FALHA
Não é a primeira vez que abortistas tentam usar a pandemia como cortina de fumaça para a liberação do assassinato de bebês. No início desse mês, a Comissão de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica declarando que o aborto “nos casos previstos em Lei” deveria ser incluído entre os “serviços essenciais e ininterruptos” durante esse período. Dois dias depois, o presidente Jair Bolsonaro, que é, declaradamente, antiaborto, demitiu a responsável pelo documento. Cabe, agora, ao Congresso Nacional, honrar a vontade da maior parte da população brasileira e barrar mais essa tentativa de legalizar a prática.

Entre os autores das matérias em tramitação estão: Alice Portugal (PCdoB-BA), Sâmia Bomfim (Psol-SP), David Miranda (Psol-RJ), Fernanda Melchionna (Psol-RS), Talíria Petrone (Psol-RJ), Luíza Erundina (Psol-SP), Tereza Nelma (PSDB-AL), Mara Rocha (PSDB-AC), Professora Rosa Neide (PT-MT) , Margarida Salomão (PT-MG),  Lídice da Mata (PSB-BA),  Maria do Rosário -(PT-RS),  Erika Kokay -(PT-DF),  Patricia Ferraz (PODE-AP), Leda Sadala (Avante-AP),  Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO),  Dulce Miranda (MDB-TO),  Norma Ayub (DEM-ES), Tabata Amaral (PDT-SP), Rejane Dias (PT-PI), Luisa Canziani (PTB-PR) e outros.

Bolsonaro nomeia professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para ministro da Educação

O presidente Jair Bolsonaro nomeou nesta quinta-feira (25) Carlos Alberto Decotelli da Silva para ministro da Educação. A escolha do substituto de Abraham Weintraub foi anunciada pelo presidente em sua página no Facebook. Decotelli foi presidente do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) entre dezembro de 2018 e agosto de 2019, segundo o currículo Lattes do novo ministro.

Segundo informações divulgadas pelo presidente, Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), mestre pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), doutor pela Universidade de Rosário, na Argentina, e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

25 junho 2020

Prazo para pedir auxílio emergencial de R$ 600 acaba em uma semana

O prazo para pedir o auxílio emergencial de R$ 600 termina daqui a uma semana, no dia 2 de julho. É o que prevê a lei que autorizou o benefício pago em três parcela para diminuir o impacto da pandemia do coronavírus na população de baixa renda. O pedido pode ser feito por meio do aplicativo ou do site da Caixa, ou nas agências dos Correios. E quem solicitar até essa data receberá as três parcelas.

Até agora 64,1 milhões de pessoas já receberam alguma parcela do auxílio, num total de R$ 89,3 bilhões. Estão em primeira análise 1,8 milhão de inscritos pelo aplicativo da Caixa Econômica Federal. Mais 1,3 milhão de pessoas estão em reanálise pela Dataprev, empresa responsável por avaliar os dados.

O governo federal já admitiu que vai prorrogar o pagamento para mais duas parcelas, além das três previstas, mas com o valor menor. "O Paulo Guedes decidiu pagar a quarta e a quinta, mas falta acertar o valor. A União não aguenta outro com esse mesmo montante", disse o presidente Jair Bolsonaro no início da semana.

Prefeita rouba dinheiro destinado a “pandemia” e é afastada

A Polícia Federal (PF) cumpriu nesta quarta-feira (24) o afastamento da prefeita de Oiapoque, Maria Orlanda Marques (PSDB), investigada por desvio de remédios e de testes para o diagnóstico da Covid-19. A medida, que segundo a PF foi autorizada pela Justiça, acontece na 2ª fase da Operação Panaceia.

O órgão investiga, além do desvio dos itens, o uso indevido de serviços públicos de saúde em Oiapoque, município a 590 quilômetros de Macapá, no extremo Norte do Amapá.

Brasil é o único país que após 100 dias de Covid-19 não achatou a curva

Em uma semana, o Brasil se tornará o país com a maior média de óbitos por dia pelo coronavírus a partir da primeira infecção confirmada. O levantamento leva em conta as 20 nações com a maior quantidade de casos. Nesta quarta-feira (24/06), o Brasil completa 120 dias desde o primeiro diagnóstico de Covid-19 e tem uma média de 1.044,6 mortes diariamente.

Os números são do OurWorldInData, projeto de pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que disponibiliza informações de variados assuntos sobre o mundo. Eles foram compilados e analisados pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles.

RN ainda “está chegando” ao pico da pandemia do novo coronavírus, diz Fátima

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, explicou nesta quarta-feira (24) que a estratégia do Governo do Estado para ampliar a rede assistencial para pessoas infectadas com o novo coronavírus tem sido a abertura de leitos de forma descentralizada, em vez da construção de um hospital de campanha – algo cobrado por entidades e políticos como o prefeito de Natal, Álvaro Dias. Segundo Fátima, até agora foram abertos 390 leitos para atender pacientes com a Covid-19 e há a previsão de abertura de mais de 70 leitos por todo o Estado. Até o fim do mês de junho, serão abertas:

- 20 unidades de tratamento intensivo no Hospital João Machado, em Natal
- 17 vagas em Pau dos Ferros, sendo 11 UTIs e 6 leitos clínicos
- 2 leitos UTI em Caicó e 10 UTIs
- 6 leitos clínicos em Assu

Em Mossoró, afirmou Fátima, foram abertos 5 leitos recentemente e há previsão de novos leitos até dia 30 no Hospital São Luiz, assim como no Hospital Pedro Germano, em Natal. Em Guamaré será aberta mais uma UTI, enquanto que, no Hospital Belarmina Monte, em São Gonçalo do Amarante, há 5 UTIs e deverão ser abertas mais 5. Nas cidades de João Câmara e Santo Antônio, está em curso a instalação novos leitos UTI e de retaguarda para pacientes da Covid-19.

Dor de cabeça a vista: Pesquisa: 28% dos jovens não voltarão às aulas após pandemia

Divulgada nesta terça-feira (23), levantamento aponta que 28% dos jovens e 15 a 29 anos pensam em deixar os estudos quando as escolas e universidades reabrirem, após suspensão das aulas devido à pandemia do novo coronavírus.

O vice-presidente do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) e coordenador da pesquisa “Juventudes e a pandemia do Coronavírus”, Marcus Barão, disse à Agência Brasil que o processo visa construir uma base sólida de evidências, de dados, que sejam capazes de apoiar tomadores de decisão das esferas pública e privada na formulação de políticas públicas e projetos “para e com a juventude no período de pandemia, tanto para o enfrentamento dos desafios de agora, como para a construção de perspectivas para o futuro”.

Os 33.688 jovens que responderam ao questionário são oriundos de todos os estados da Federação e do Distrito Federal. Outro dado da pesquisa aponta que, em relação ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), quase 50% manifestaram dúvida em fazer as provas. Para os organizadores da pesquisa, isso significa um risco ao processo de pleno desenvolvimento da juventude nessa etapa-chave da vida.

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