O dado que mais chamou atenção foi justamente a comparação com Rafael Motta. Enquanto Rafael surge como a grande novidade da pesquisa, já tecnicamente empatado com a senadora Zenaide Maia, Samanda amarga um desempenho considerado sofrível e sem reação eleitoral visível.
A diferença é tão significativa que Rafael Motta aparece com um percentual muito superior ao da candidata petista, consolidando-se rapidamente como nome competitivo, enquanto Samanda sequer consegue entrar efetivamente no núcleo principal da disputa.
Nos meios políticos, a leitura é dura: a candidatura de Samanda Alves ainda não conseguiu sensibilizar o eleitorado potiguar. A impressão transmitida pela pesquisa é de uma candidatura sem tração, sem crescimento e muito distante da realidade dos candidatos que hoje aparecem competitivos.
O resultado também gera preocupação dentro da própria esquerda, já que Samanda é tratada como peça importante da estratégia política do grupo governista. Porém, neste momento, os números mostram uma candidatura fragilizada e sem capacidade de enfrentar nomes que já ocupam espaço consolidado no debate eleitoral.

