Já no Ministério das Cidades, faltam cerca de R$ 31,4 milhões, incluindo projetos como a requalificação do entorno da Pedra do Rosário, obras na Praia do Meio e recapeamento de vias na Zona Leste. A Prefeitura também pleiteia R$ 17,57 milhões via novo PAC para intervenções viárias. Segundo o secretário de Planejamento, Vágner Araújo, os recursos retidos impactam diretamente obras de mobilidade, infraestrutura e saúde.
O prefeito Paulinho Freire afirma que os projetos estão aprovados e com execução iniciada, mas dependem da liberação federal. A gestão municipal tem feito articulações em Brasília para destravar os valores. A retenção dos recursos gerou embate político. A vereadora Nina Souza (PL) atribui a paralisação das obras à falta de repasses federais.
Já a vereadora Samanda Alves (PT) contesta a versão e afirma que mais de R$ 12 milhões já foram liberados, além de novos investimentos previstos, como cerca de R$ 17 milhões para obras viárias via PAC.
Entre as intervenções previstas estão:
- Implantação do binário Rui Barbosa/Xavier da Silveira (R$ 10 milhões)
- Modernização semafórica no corredor Hermes da Fonseca/Salgado Filho (R$ 3,78 milhões)
- Ajustes viários na Salgado Filho (R$ 3,78 milhões)
As obras visam melhorar a mobilidade urbana, com medidas como faixas exclusivas para ônibus e semáforos inteligentes, que podem reduzir o tempo de deslocamento em até 20%. Segundo a Prefeitura, os recursos já estão previstos em contratos, e a liberação é essencial para evitar atrasos, aumento de custos e prejuízos à população.

