O bebê morreu em 24 de março de 2025, após apresentar um quadro de sepse neonatal associado a uma infecção no ouvido. A criança estava internada no Hospital do Seridó, onde seu estado de saúde evoluiu para insuficiência respiratória grave e parada cardiorrespiratória. Diante da gravidade, foi solicitada transferência para uma UTI neonatal, mas a criança morreu antes da liberação de um leito.
Na sentença, o juiz Isaac Lima concluiu que o município de Caicó realizou corretamente o pedido de transferência e que não houve comprovação de falha da equipe médica. A responsabilidade foi atribuída ao Estado, que não concluiu a regulação em tempo adequado. O magistrado ressaltou que não é possível afirmar que a transferência teria evitado a morte, mas considerou que a demora retirou do bebê a oportunidade de receber tratamento intensivo.
