Na saúde, Allyson afirmou que o Estado investiu apenas 7% da arrecadação própria no primeiro semestre, abaixo dos 12% exigidos pela Constituição.
Também destacou que quase 20 mil pessoas aguardam cirurgias eletivas. Como solução, propôs fortalecer os hospitais regionais, implantar cateterismo em Caicó, criar leitos de UTI pediátrica em Pau dos Ferros e garantir uma sala de parto em João Câmara.
Na segurança, apresentou dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Segundo Allyson, enquanto o Brasil reduziu os homicídios em 8,2%, o RN registrou aumento de 19,6%. O candidato defendeu mais policiais nas ruas, videomonitoramento, tecnologia e valorização dos profissionais.
Allyson também cobrou explicações sobre os quase R$ 400 milhões em consignados que, segundo ele, deixaram de ser repassados pelo Estado ao Banco do Brasil. Outro problema destacado foi a dívida de aproximadamente R$ 185 milhões em repasses obrigatórios aos municípios, conforme números apresentados pela Femurn.
Durante o confronto, Cadu evitou responder aos principais dados e direcionou sua participação para ataques. Allyson manteve o foco nas propostas e lembrou os resultados alcançados em Mossoró, como a construção do primeiro hospital municipal, a redução das filas de cirurgias e a conquista da nota A na capacidade de pagamento. “Eu vim aqui para apresentar dados, propostas e soluções. Já mostrei como fazer em Mossoró e vou fazer como governador do Rio Grande do Norte”, afirmou Allyson.
