Pelos números apresentados no encontro, essas duas ações poderiam render aproximadamente R$ 2 bilhões aos cofres da estatal, que fechou 2024 com um prejuízo recorde de R$ 2,6 bilhões em 2024. A coluna apurou que as sugestões foram dadas pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao chefe dos Correios em uma reunião em meados de junho. A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, participou da conversa.
De acordo com relatos, a reunião foi marcada por um clima tenso entre Rui e Fabiano. Procurado pela coluna por meio de sua assessoria, o ministro da Casa Civil não respondeu. O espaço segue aberto. Apesar da sugestão de Rui, o presidente dos Correios não pretende adotar as medidas. A ideia dele, segundo aliados, é demitir apenas os funcionários que aderiram ao recente Programa de Demissão Voluntária (PDV). Fabiano tem dito a interlocutores, de acordo com relatos à coluna, que não quer entrar para a história como o presidente dos Correios que abriu caminho para a privatização da empresa.