Fortalecido no PL pela boa condução da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, o senador Rogério Marinho (PL-RN) chegou a ser cotado para ocupar um relevante ministério em um eventual governo Flávio.
A coluna apurou que este não deve ser o destino do político potiguar, ao menos não no início da gestão. Flávio escalou Marinho para disputar a Presidência do Senado com uma missão principal: destravar os pedidos de impeachment de ministros do STF.
Caso mude os ventos e Marinho não dispute a cadeira, o PL não tem planos de apoiar Davi Alcolumbre (União-AP), tampouco larga a bandeira. Não se fala no PL em “faca no pescoço” do Supremo ou impeachments de maneira deliberada, mas Alexandre de Moraes não deve escapar.
Vencida esta etapa, aí sim, caso não tente a reeleição, o senador teria cadeira garantida na Esplanada desenhada por Flávio Bolsonaro. Marinho não deve sofrer veto em nenhuma pasta, mas as apostas dentro do PL pendem para a Casa Civil, sempre muito poderosa.
